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“São trabalhos feitos com tecidos, linhas e tinta acrílica sobre a tela. Há muito que a artista plástica Alexandra de Pinho nos habituou a isto: fibras roubando lugar ao traço da pintura, pigmentos têxteis a concorrer com a tinta. Nas suas obras encontram-se palavras cosidas com agulha e fragmentos de roupas que podíamos ter usado ontem mesmo - e aí é quase inevitável sentirmos essas palavras junto ao nosso corpo, pois são palavras enroupadas e a roupa é desde que nascemos a nossa segunda pele perante o mundo. Esta série de trabalhos evoca "um discurso de reflexão que torna possível escrever/ler o corpo e com o corpo", explica no texto de apresentação da exposição (des)crita".

 

Público – P3 21/1/2013

 

ALEXANDRA DE PINHO - ARTISTA PLÁSTICA / FINE ARTIST

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